Deixe que meus versos acariciem teu pescoço
para que cada palavra de minha boca busque
os segredos profundos de tua pele.
Em verbos e adjetivos mapearei a geometria de tuas formas.
Delirando entre sonhos e verdades e desejos e loucuras, e vivências.
Entre o toque da caneta no papel e o de minha língua em tua língua
Vai uma distância tão curta que escala alguma representará.
Derrubando fronteiras com rios de prosa e versejar
Traçarei meandros de corpos em corpos estremecendo as atmosferas de nossos toques.
E quando o último verso meu escorregar de tuas pernas
Eu me afastarei e contemplarei cada linha eterna de tua beleza,
eternamente gravadas em mim.
E saberei não haver distância entre minhas palavras e tua boca.
.
Paulo Mont´Alverne
El evangelio según mi costilla desgarrada
-
Amén de las palabras que corren,
y van a yacer en el huerto del pensamiento.
Allí brilla, oh relámpago sin trueno,
el amor que fue y no supo po...
Há 6 horas














Nenhum comentário:
Postar um comentário