segunda-feira, 26 de outubro de 2009

SEMPRE, DE VEZ EM QUANDO


Toda vez que amanheço
de porre, sem ter bebido,
é prenuncio de tempestades.
Os calos não doem
com a mudança do tempo,
mas meu coração dispara
e o olfato fica mais aguçado
que faro de perdigueiro.
Nestas horas,
não adianta ninguém me dizer
que "viver é experimentar",
porque o máximo que eu consigo
é avaliar as avarias
causadas pelos arpões.
.
Leila Míccolis

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5 comentários:

Silvia disse...

Eu hoje tambem estou de porre sem ter bebido. Eta, vida desalmada! Gostei do poema sobremaneira. Exprime exactamente o que eu sinto agora!

Adolfo Payés disse...

Hermoso poema.. me gusta perderme en tus versos..

Un beso

Un abrazo
Saludos fraternos.

Sereia disse...

Muito lindo o teu blog,fantástico!!!
Parabénsssssssssssssssssss
Beijos

Sereia disse...

Bom dia!!!!
Bjsssssssssssssssssssssssssssssss

Ana Lúcia Porto disse...

Oi Sil,
Sei o que é isso, principalmente na tpm...rs
Beijos e um final de semana muito bom para você,
Ana Lúcia.